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21 fevereiro 2020

Lute como uma Princesa


Você já conhece a história. 

Era uma vez... em uma terra distante... uma linda princesa... que de repente arrumou um problemão, mas que consegue superar todas as adversidades graças a seus amigos, na sua grande maioria animais, e encontrar o grande amor nos braços de um príncipe. 

Isso é o conto de fadas que a Disney vende há décadas. 

Com o aumento da representatividade feminina, a Disney vem mudando gradualmente o discurso. Vemos uma migração do rótulo de princesa indefesa que precisa ser salva por um homem, para personagens mais empoderadas como a Mulan (que vai pra guerra!), ou a Valente (que resolve seus problemas sozinha e ainda disputa de igual pra igual com os homens a sua mão em casamento), ou Elza (que não precisa de um príncipe/rei pra nada nesta vida. Ela é perfeitamente capaz de governar SOZINHA!) 


E é nesta mesma "vibe" que o livro "Lute como uma Princesa" publicado pela Boitatá, selo de literatura infantil da Boitempo Editorial, das autorasVita Murrow e Julia Bereciartu, nos faz imaginar como seria a vida das princesas sob uma perspectiva de igualdade de gênero e independência feminina.
Com isso, as princesas ganham papeis completamente diferentes dos clássicos da Disney. E que papeis elas assumem nesta nova versão? 



UM NOVO EMPREGO PARA AS PRINCESAS DISNEY

Ao todo são 15 contos, onde as princesas são retratadas como: 

Branca de Neve — criadora do concurso de beleza interior;
Bela Adormecida — especialista em distúrbios do sono;
Polegarzinha — produtora musical;
Rapunzel — arquiteta de renome mundial;
Bela, a corajosa — agente secreta;
Isabel — estilista;
Cinderela—primeira-ministra e empresária;
Estrela — dançarina;
A menina dos gansos — comediante;
A princesa e a ervilha — fundadora do Serviço de Encontros Românticos;
A Rainha das Neves — treinadora de esportes de inverno;
A pequena sereia — ambientalista;
Zade — contadora de histórias e empresária;
Evangelina — bióloga e exploradora;
A chapeuzinho vermelho — guarda-florestal e Amiga Fiel da Floresta.

NOTA DA REDAÇÃO


Esta Jornalista precisa urgentemente se consultar com a Dra. Bela Adormecida, pois esta escrevendo este post às 3h da madrugada; precisa de um aula com a Rainha das Neves para aprender a esquiar agora que vive do outro lado do oceano; gostaria de saber onde esta a Mulan que não apareceu para a entrevista como chefe da guarda do governo chinês e a Jasmin para dar dicas de como acumular milhas em viagens com tapetes mágicos para o mochilão que pretende fazer pela Europa em 2021. 

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8 comentários:

  1. Ooooie
    Adorei o post, muito divertido!
    Acho tão bacana essa onda de representatividade feminina que a Disney tem adotado em seus filmes. Lembro que quando era criança eu não me via em nenhuma princesa, até que lá em 2009 apareceu a maravilhosa Tiana. Fico feliz que as meninas hoje podem se ver nos brinquedos e filmes.
    Já coloquei na minha listinha rs
    Bjs

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    1. Realmente é maravilhosa essa mudança de perfil das princesas Disney. E é bom ver que isso acabou influenciando outros setores, como as bonecas Barbie que passaram a ter um corpo mais voltado ao padrão normal da mulher (com mais curvas) e bonecas negras, ruivas, com expressões mais latinas. Representatividade é tudo de bom. =)

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  2. Eu também odeio esse estereótipo que a Disney vende para nós das princesas sendo doces meigas e delicadas e bem femininas O que é bastante preocupante e gosto da ruptura que eles fizeram nesse processo trazendo personagens mais fortes e Independentes como nos filmes Frozen, Valente e no filme Moana

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    1. Eu sou fã da Mulan, da Ariel (a primeira girl power gente! Ela vai atrás do príncipe encantadado dela, e ela é que salva o príncipe!!!) e da Elza (rainha né amore?!). Acabo de perceber que eu ainda não assisti Moana!!! #chocada

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  3. Olá! Finamente a Disney acordou que nós não precisamos de príncipe nenhum para termos o nosso felizes para sempre (agora só falta a gente (algumas já conseguiram)acordar para isso neh)! Fiquei bem curiosa em saber mais sobre os contos, também senti falta de algumas outras personagens quem sabe não vêm uma segunda edição por aí hein!!! #ficaadica

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    1. Mana, sinceramente eu acho que a Disney devia parar de vender o "felizes para sempre", porque todas as histórias terminam no casamento das princesas. Mas ninguém mostra que depois elas tiveram que lidar com os boletos do palácio, com as crianças correndo e gritando pelo castelo; com um marido que não ajudava na limpeza e na organização daquela casa enorme... o felizes para sempre é uma grande ilusão e só ajuda as crianças a continuarem correndo atrás de algo que não existe.

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  4. Achei bem interessante que a Disney está mudando o conceito de princesa indefesa para princesa faz o que quer, acho muito importante a representatividade.
    Também achei super interessante esses contos, mesmo sentindo falta de alguns personagens.

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  5. Naty!
    Adorei esse lance dos contos das princesas e suas novas profissões e gostei ainda mais da sua nota de redação, precisando de várias consultas e espero que todas deem resultado...kkkk
    cheirinhos
    Rudy

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