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15 janeiro 2020

Procura-se Colaboradores

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1. Quantos veículos de imprensa (jornais, revistas, programas na TV ou sites jornalísticos) você conhece que falem sobre literatura?

2. Você sempre escuta as pessoas falarem que literatura é chato... que odeiam ser obrigadas a lerem determinado título para o trabalho no colégio... e que não sabem pra que ler um monte de "histórinhas"?

Se você já ouviu essa frase, ou só conseguiu pensar em um, ou nenhum, nome para a pergunta n° 1... continue lendo. Se não, muito obrigada pela sua atenção até aqui e veja outra postagem no blog. Tenho certeza que você encontrará coisas bem interessantes por aqui.


VOU LHE CONTAR UMA HISTÓRIA...

Era uma vez uma menina que ia toda a semana pra aula de natação, e ao lado da aula, existia uma biblioteca no clube. Sua avó, professora, incentivava a neta a ir na biblioteca sempre após a aula e escolher um livro enoooormeeeee (de 10 páginas e cheio de figuras) para levarem pra casa, e as duas, lerem no fim de semana. O processo se repetia toda a semana, com um livro diferente.



Eu sempre achei que livros eram a melhor companhia. Por isso eu me "perdia" no meio das estantes da biblioteca, sempre que minha avó me chamava para ir embora. rsrs
Daí vem o nome Perdida na Biblioteca. Uma homenagem a minha avó. 

Além de proporcionarem que eu viajasse para vários lugares e culturas, eles ainda me traziam reflexões interessantes ou me ensinavam coisas que eu não aprendia na escola, como por exemplo, os diversos venenos utilizados por Agatha Christie. Ou o palácio mental de Sherlock Holmes.

Cresci querendo conhecer os locais que essas figuras frequentavam nos livros e que marcaram a minha infância, além de ajudarem a formar o meu caráter.

Sempre que tinha uma dúvida, eu recorria aos livros. Hoje recorremos ao Google, mas se você esta passando por um problema emocional, um livro ainda é mais barato do que um psicólogo (mas vá ao psicólogo se você tiver condições, ok?!); Se você quer melhorar algum aspecto da sua vida, um livro ainda é mais barato do que um coaching; E eu levo muito à sério o fato de que através dos livros temos mentorias com pessoas que nunca teríamos acesso. Então, vejo livros como mentores na minha jornada.

Porém, percebi que meus colegas não viam os livros como eu. Eles achavam ler chato!


Não conseguiam absorver o que o livro estava tentando ensinar: empatia; novas culturas; um estudo científico que melhoraria as nossas vidas.

E por isso, não despertava o interesse deles por conhecer os locais FORA dos livros. Os originais que deram origem a toda aquela história.

Anos depois, fundei o Perdida na Biblioteca como um trabalho de faculdade para organizar as minhas leituras da Agatha Christie (não conhecia o Skoob na época galera!), mas percebi que com a minha formação em jornalismo, eu poderia finalmente mostrar o outro lado das histórias. Mostrar os lugares que deram origem àquele livro; os locais onde viveram os escritores; as curiosidades sobre aquela obra; ou seja, eu poderia mostrar as pessoas (e aos meus amigos) que não viam sentido em ler, que a literatura estava em todos os lugares e que elas poderiam ter uma experiência além das páginas.

JÁ QUE SOU JORNALISTA, POR QUE NÃO FAZER UM JORNAL?

Pouca gente sabe, mas o Perdida na Biblioteca é um VEÍCULO DE COMUNICAÇÃO cadastrado no Comunique-se, o maior portal de assessorias e veículos de imprensa do Brasil. Sabe o que isso quer dizer?

Quer dizer que eu recebo todos os dias na minha caixa de entrada 500 emails com notícias enviadas pelas assessorias de imprensa de empresas... autores nacionais... editoras... organizações... do governo.... do mesmo jeito que os jornalistas de TODAS as emissoras de TV, rádio, sites, jornais e afins do Brasil.



NÓS SOMOS UM VEÍCULO DE IMPRENSA!

E quantos veículos de imprensa existem para falar de literatura na grande mídia?

Vou lhe dar um tempo para pensar...

Eu só consigo lembrar do site Publishnews (voltado ao mercado), do Globonews Literatura (em um canal de tv pago, logo, nem todos tem acesso, e voltado para um público acima dos 40 anos) e o outro programa na TV Cultura com o escritor Rafael Montes, que nem sei se ainda existe (e nem lembro o nome, por isso não tem link).

E onde estão os leitores hoje em dia? Aqui.
Na internet.

Apesar da importância para o mercado editoral, pro grande público eles são... inexprecíveis, concorda? Principalmente entre as gerações mais jovens, que vivem com o celular  nas mãos, logo...

NÓS PRECISAMOS IR AONDE OS LEITORES ESTÃO! 

E eles não estão sentados na frente da TV com dia e hora marcado.

É por isso que fomos o primeiro canal no Youtube a produzir um programa voltado para a cobertura de eventos literários, entrevistas com autores e notícias do mercado, o Perdida na Literatura. Lembram deles?

Porém, devido a falta de orçamento para compor uma equipe, o mesmo precisou ser encerrado. Se tivessemos apoio, ele existiria até hoje, porque:
Ou eu gravo o espaço, faço entrevista e vou para os eventos.

Ou eu fico em casa editando todo esse material para publicar para o público.

Ou eu leio todos os livros que estão sendo lançados para trazer o melhor para vocês, com críticas e informações sobre o universo do livro (o que requer pesquisa!), ou eu fico pulando de um lado para o outro gravando vídeos.

Fazer tudo isso sozinha, não dá.

Além disso, a minha atual situação como imigrante, requer que eu foque em algumas áreas na minha vida este ano, logo, eu realmente preciso passar a delegar algumas coisas relacionadas a este espaço. E para isso, eu preciso de ajuda.
REAL E OFICIAL

Porque a proletariada aqui precisa trabalhar todos os dias vendendo sua capacidade produtiva a um patrão para pagar as contas no fim do mês, e isso demanda tempo. Então, ou eu fico na frente do computador produzindo conteúdo, ou arrumo mais um emprego para conseguir pagar as minhas contas. #nãotáfacilpraniguém



Não estou reclamando. Sou grata por ter um trabalho.
Mas produzir conteúdo É O MEU TRABALHO! Sou jornalista!
E é EXATAMENTE o que eu faço aqui hoje em dia.

Além disso, para visitar um museu que aborde a obra de determinado escritor, é necessário dinheiro. Para gravar o material é necessário uma câmera (mesmo que do meu celular). Para colocar tudo isso de forma a fazer sentido, é preciso editar o material, e isso leva mais tempo e mais dinheiro... percebem como tudo converge ao mesmo ponto?

Ao contrário dos youtubers que fecham parcerias com marcas gigantes para se manterem, o nicho de literatura não tem investimento. Vamos falar a verdade? Se o governo não investe em educação, as empresas irão investir? Lógico que não!

Então, a única forma de promover a literatura, a educação e o hábito da leitura neste país é através de nós mesmos: leitores e consumidores.

MÍNIMO DE PROFISSIONALISMO


Já foi o tempo que produzir um canal no Youtube não custava nada.

Não é só ligar a câmera do celular e começar a falar.

Precisamos de um mínimo de profissionalismo (como já dizia a minha antiga colega da TV Globo, Maria Beltrão, apresentadora do Estúdio I) para fazer o negócio dar certo.

Isso é quanto gastamos no mínimo para manter o Perdida funcionando:


-R$69,90 por ano para manter o domínio do blog (www.perdidanabiblioteca.com.br/)

- R$59,90 pelo novo layout do blog, (Esse mesmo que você esta vendo agora! Saiu do meu bolso depois de 2 meses juntando grana, já que eu estava desempregada)  preparado para se adaptar para os celulares e tablets (afinal, vamos falar a verdade... vocês leem o Perdida pelo celular e não pelo computador. Eu sei! Sou a louca dos algoritmos!)

- Eu REALMENTE gostaria de conseguir um microfone de lapela para captação de aúdio nas externas, pois quando saio para fazer a gravação de algum evento, contar apenas com o áudio da câmera é loucura. Sempre tem muito barulho no ambiente...


MAS QUAL É A CONTA PARA ESSE VALOR?


Como eu disse, eu recebo 500 emails na minha caixa de entrada todos os dias, e leva tempo separar quais as noticias que as assessorias de imprensa de diversos autores... editoras... associações... são realmente interessantes e quais não são, para só depois começar a escrever o conteúdo para vocês, ou planejar a gravação externa para o vídeo no Youtube.

Eu gasto dinheiro de passagem e tempo para poder visitar as livrarias... bibliotecas... eventos literários na Europa e no Brasil, e assim, conseguir gravar tudo isso para que vocês possam participar e conhecerem este lugares também. Porque eu sei que muitas pessoas gostariam de estar nesses locais, mas não tem essa oportunidade, logo, essa é uma forma de participarem e conhecerem locais e eventos que de outra forma não teriam como. E ter uma experiência além dos livros.
Mas a verdade é que esse tempo eu poderia estar usando para conseguir mais trabalhos freelas (e aumentar a minha renda), ou conseguir um segundo emprego.



A minha resenhista dedica um parte do tempo dela lendo os livros para trazer resenhas para vocês. As editoras NÃO NOS PAGAM para divulgar os livros. Porque elas estão interessadas em canais gigantes que tem muitos inscritos, para servir de outdoor no mundo digital. Expor o lançamento para a maior quantidade possível de leitores. O que não é o caso do Perdida. Somos pouco mais de 3000 pessoas interessadas em viagens literárias, livros de desenvolvimento pessoal e profissional e debates sobre o mercado editorial, além das suas novidades.


Eu dedico uma parte considerável do meu tempo escrevendo a newsletter... gravando os vídeos... editando... produzindo conteúdo extra (como so workbooks distribuídos gratuitamente na newsletter), e isso é a minha profissão. Eu sou jornalista. Produzir conteúdo é o meu trabalho. E o Perdida era o meu projeto pessoal... meu hobby... mas agora ou eu profinalizo o Perdida, ou preciso seguir sem ele.
A verdade, é que seguidores não pagam os boletos para manter tudo isso funcionando.

Então, estou aqui pedindo a sua ajuda.

PARA ONDE VAI O DINHEIRO?


Juro solenemente não desviar o dinheiro para algum paraíso fiscal como os políticos. Ops! A verdade é que:

R$100,00 irá para a resenhista (afinal, ela merece receber pelo tempo dedicado), e eu não tenho como ler todos os livros e ainda fazer as matérias, gravações e tudo mais...

R$150,00 ficam comigo para pagar os boletos que informei acima, e o deslocamento até os locais de gravação dos vídeos (livrarias, bibliotecas, eventos).


R$50,00 será utilizado para comprarmos os livros que serão sorteados mensalmente para os apoiadores e reinvestido na compra de um novo layout (adaptado para os celulares) e/ou divulgação nas redes sociais.


MAS ESSA CONTA TÁ MUITO BAIXA!


Sim, está.

Eu estou pedindo o MÍNIMO DO MÍNIMO, justamente porque eu sei que não está facil pra ninguém e que é muitoooooooo difícil obter apoio para projetos voltados a literatura. Ainda mais quando a recompensa não é exatamente palpável (ok... temos o livro sorteado, mas mesmo assim... as maiores recompensas são os conteúdos. Não dá pra expor conteúdo na prateleira da biblioteca!)

E O QUE NÃO ENTROU NESSA CONTA?


Não entrou o meu desejo de ter alguém me ajudando a editar os vídeos. Hoje em dia é impossível pagar alguém para fazer isso, mas quem sabe um dia...

Não entrou o valor de um microfone de lapela próprio para captação através do celular.

Nem coloquei o valor de tripé para gravar as imagens, ou aquelas boxes de iluminação que os blogueiros A.DO.RAM!

Eu disse que estava pedindo o MÍNIMO DO MÍNIMO, não disse?

THAT'S ALL FOLKS!


Se você acredita no nosso trabalho, ajude-nos clicando aqui. 

Porque não temos mais como continuar investindo parte de nosso tempo, dinheiro e sanidade mental (rsrs) neste projeto, sem a ajuda de vocês. Esse é o ano decisivo do Perdida.

Obrigada se conseguiu chegar até o final dessa postagem enoooormeeeeee! Mas era necessário.



Equipe Perdida na Biblioteca

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1 comentários:

  1. Nat!
    Muito válido seu pedido e muito bem explicado, meu desejo é que tenha sucesso e alcance todos seus objetivos.
    Feliz 2020"
    cheirinhos
    Rudy
    Mandei email para você, ok?

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